picolé de pêssego & blueberry

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Esse picolé foi uma surpresa, porque decidi fazer essa mistura de sabores só porque precisava usar as sobras de uma latona de pêssegos em calda, que usei só um pouquinho pra rechear um bolo, e um monte de blueberries que ganhei no trabalho. É muito simples—apenas bati no liquidificador os pêssegos, a calda e um pouquinho de água de flor de laranjeira. Coloquei as blueberries inteiras nas forminhas e cobri com o suco de pêssego. Bata bem as formas numa superfície para que o liquido penetre bem até o fundo das formas. Assim o picolé não vai quebrar na hora de desenformar. Levar ao congelador por no mínimo 6 horas, desenformar e SCHLÉPT!

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bolo maltado de chocolate

bolo-Uriel
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Meu marido é uma dessas pessoas que não liga para comemorações do próprio aniversário. Eu ligo muito, mas ele não se importa tanto. Mesmo assim eu tento sempre fazer um bolo. Este ano eu perguntei que tipo de bolo ele queria e a resposta foi bem simples e direta—chocolate. Então procurei por uma receita que fosse diferente de tudo que já fiz até hoje com chocolate e achei a desse bolo com leite maltado. Gostei que fez um bolo pequeno, assim não tivemos que ficar comendo sobras por dias e dias. Também gostei da ideia de usar pela primeira vez o malted milk, que faz parte há muitos anos da minha cultura musical através do meu bluesman ídolo, Robert Johnson.

"Baby, fix me one more drink, and hug your daddy one more time. Keep on stirrin' my malted milk mama, until I change my mind"

para o bolo:
1 e 1/3 de xícaras de farinha de trigo
1/4 xícara de cacau em pó sem açúcar
1/4 xícara de leite em pó maltado [malted milk powder]
1 colher de chá de sal kosher
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
1/4 colher de chá de fermento em pó
2 ovos caipiras grandes
1 gema de ovo caipira grande
1 e 1/2 xícara de açúcar
1 xícara de buttermilk
1/3 xícara de óleo vegetal
1/2 colher de chá de extrato de baunilha
3/4 xícara de café esfriado
2 colheres de sopa de açúcar mascavo

para a cobertura
85 gr de chocolate amargo picado
1/2 colher de chá de extrato de baunilha
1/2 xícara de creme de leite
1/4 xícara de leite em pó maltado [malted milk powder]
1/4 colher de chá de sal kosher
Pérolas de chocolate e bolas de malte picadas grosseiramente para decorar

Preaqueça o forno a 350°F/ 176°C. Unte uma forma de pão com óleo e forre com papel vegetal, deixando uma aba extra dos lados. Misture a farinha de trigo, o cacau em pó, o leite em pó maltado, o sal, o bicarbonato de sódio e o fermento em pó em uma tigela grande. Numa outra tigela bata os ovos, a gema de ovo e 1 1/2 xícaras de açúcar apenas para misturar. Adicionar o buttermilk, o óleo, o extrato de baunilha, e 1/2 xícara de café, mexendo apenas para misturar. Aos poucos, adicione a mistura liquida aos ingredientes secos, mexendo delicadamente com uma espátula de borracha ou uma colher de pau. Coloque a massa na forma preparad mas não encha até o topo ou o bolo vai transbordar. Eu enchi e transbordou muito! Se a forma ficar muito cheia, coloque o restante da massa numa outra forma pequena. Leve ao forno e asse por 60-70 minutos ou até que a massa esteja completamente cozida no centro.

Misture o açúcar mascavo, o 1/4 de xícara de café restante, mexendo para dissolver o açúcar. Transfira bolo para uma grade e pincele com a mistura de café e açúcar. Deixe o bolo esfriar completamente na forma antes de desenformar. Prepare a cobertura. Coloque o chocolate e baunilha em uma tigela média. Numa panelinha colocar o creme de leite, o leite em pó maltado e o sal e levar ao fogo. Quando estiver quase fervendo retire do fogo e despeje sobre a mistura de chocolate. Deixe descansar por 5 minutos. Mexa delicadamente com uma espátula de borracha até que o chocolate esteja totalmente derretido e mistura bem lisa. Despeje a cobertura sobre o bolo desenformado e colocado num prato ou travessa. Decore com as bolas de malte e pérolas de chocolate. Eu usei somente as bolas de malte. Deixe o bolo descansar por 30 minutos antes de servir.

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picolé de cacau

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Ainda no inverno eu comprei um sacão de cacau em pó cru e nibs de cacau pra fazer umas barrinhas de chocolate e coco que acabei nunca publicando por aqui. Depois fiz ma burrada e comprei um outro tanto de nibs de cacao, achando que o outro já tinha acabado. Agora estou colocando nibs de cacau em tudo. E pra usar um pouco mais fiz esse sorvete. Não usei receita, fiz tudo no olho, mas ficou exatamente como eu queria que ficasse—chocolatudo e cremoso, com pedacinhos crocantes de cacau. Esse picolé desapareceu do freezer numa piscada.

Fiz um mingau com uma mistura de leite e creme de leite fresco, bastante cacau cru em pó, acúcar a gosto e uma colher de maizena. Quando o mingau ficou pronto, deixei esfriar, juntei os nibs de cacau e coloquei nas forminhas. Freezer e voalá! Para guardar os picolés eu desenformo e coloco cada um num saquinho pequeno que aqui vende em qualquer lugar para colocar snacks. Eles são perfeitos para embalar e manter os picolés prontos para consumo no freezer.

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picolé de framboesa & matcha

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Foi difícil conseguir não pensar obsessivamente nessa sobremesa com matcha que fez imenso sucesso de público e crítica. A combinação de sabores ficou tão boa que resolvi experimentar fazer uma versão liquida, batendo iogurte natural com mel, framboesa congelada e o matcha. O próximo passo foi transformar isso num picolé. Usei framboesas congeladas, que amassei com um pouco de açúcar e um pouquinho de sementes de chia. Coloquei essa mistura no fundo das forminhas de picolé. Daí misturei iogurte natural com o matcha em pó e mel a gosto. E completei as forminhas com o iogurte. Garanto que ficou tão gostoso quanto ficou bonito.

Bar Agricole — San Francisco
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Meu irmão veio para San Francisco a trabalho e fomos encontrá-lo para para jantar num domingo. Eu quis leva-lo num lugar que tivesse a marca registrada da Califórnia—produtos fresquíssimos, sazonais, orgânicos. O Bar Agricole era um pouco mais do que isso, pois eles usam também produtos biodinâmicos de fazendas da região. O restaurante fica numa área meio industrial no SOMA district. Como chegamos cedo, fomos procurar um lugar legal para sentar, conversar e beber cocktails e tivemos que andar bastante. Fiz a reserva pelo Open Table, que avisou que tinha valet parking e até deu um cupom de desconto. Chegamos lá, não tinha valet parking, eles pediram mil desculpas e deixaram a gente estacionar no fundo do restaurante, numa área para os funcionários. Foi muito conveniente. Sentamos no pátio externo na entrada do prédio, onde fica também uma horta urbana com muitas ervas plantadas. Tudo o que comemos estava delicioso. Eram comidas simples, mas com muito sabor. Eu comi codorna com legumes de primavera [leia-se aspargos] e o Uriel e meu irmão pediram o frango com dumplings. Comemos umas coisinhas de entrada, bebemos vinho branco californiano e a sobremesa foi simples, porém extraordinária. Gostei particularmente da minha escolha, bolas de sorvete de cerveja e de bourbon acompanhadas de bolachinhas de manteiga de amendoim.

cornucópia

frutas
cerejas, damascos, pêssegos, kiwis

girassóis
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girassóisgirassóis
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paisagem recorrente em junho e julho
o kiwi kiwi

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Kiwis amarelos da Nova Zelândia