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Atravessamos a rua principal de Yountville, saindo do lado onde estão Bouchon Bistro e Bouchon Bakery e passamos para o lado onde tem uma galeria de lojas e mais restaurantes. Estava encaroçando pelo espaço super bonito, ouvindo as risadas de três peruas sentadas numa mesa na varanda de um dos restaurantes e que pareciam estar altas de vinho borbulhante, e dobrei a esquina para olhar a entrada de uma loja que tinha uma instigante horta vertical portátil com ervas plantadas em buraquinhos. Ali estava outro grupo de mulheres, que ficou extremamente contente quando um chef saiu de dentro da loja e foi cumprimentá-las. São tantos chefs pra lá e pra cá em Yountville e eu com o meu cabeção sempre nas nuvens deduzi que era apenas alguém conhecido das moças. Demorou uns minutos até eu olhar direito pro cara e cair a ficha de que o chef na minha frente era o Michael Chiarello, uma celebridade do mundinho gastronômico. Pela alegria inebriante e cara de tietes alucinadas das moças eu deveria ter me tocado antes que não era qualquer um. O caso do agrupamento em questão era o presente de aniversário que o namô/maridô de uma das moças deu pra ela: uma aula privê com o Chiarello, na cozinha montada dentro da loja dele—Napa Style. Foi um presente surpresa e incluia as amigas da moça, que estavam todas numa excitação completamente compreensível. Eu devia ter tirado foto da cara de uma delas, que olhou pra mim como quem estava querendo ouvir uma confirmação—é ele mesmo, não é o MÁAAXIMO?? Eu retruquei com um sorriso retangular—C-E-L-E-B-R-I-T-Y, enquando direcionava rapidamente a minha lente para o astro do momento. Ele me pareceu extremamente simpático, exatamente como ele é no Easy Entertaining with Michael Chiarello, o programa que ele comanda no Food Network. Alías, esse é um dos poucos shows daquele canal de tevê que eu consigo assistir sem me irritar. No programa ele normalmente cozinha e recebe amigos na sua casa no Napa. Taí um cara autêntico.
Depois das revelações e das introduções de praxe, o chef conduziu a aniversariante e as convidadas para dentro da loja, e um grupo de caroças, onde eu me incluia, seguiu atrás, assim meio disfarçadamente, fingindo que só tava dando um rolê pela loja, espiando com o rabo de olho e virando-se de repente, com um sorriso bobo na cara para—clickclickclick—tirar fotos do evento alheio. Ninguém poderia deixar passar uma oportunidade de fotografar um chef famosão, né?
Não urubuzei por muito tempo em volta da aula privê, pois já estava me sentindo entrona demais apenas por estar tirando fotos. Desconcentrei da celebridade e fui olhar a loja, que é cheia de coisas lindas e bacanudas, embora os preços sejam meio salgados. Me encantei com umas garrafas cor de âmbar escuro que podiam ser enchidas com azeite da sua preferência. Apesar do preço ser o dobro do que em qualquer outro lugar, enchi uma garrafa de um litro com azeite da minha variedade de azeitona favorita—a arbequina. Azeite made in California, no Napa Style, com o Michael Chiarello presente, tudo very chic, boys and girls!










































Acredito que ele possa ser substituído pelo Sherry ou vinho do Porto. A Ximena diz que quanto mais tempo as ameixas ficarem imersas no xarope, melhor. Tive a santa paciência de esperar alguns dias para poder provar. O pote com as ameixas já está na geladeira há quase duas semanas. Realmente, o tempo é extremamente favorável neste caso. Eu tenho comido as ameixas com iogurte natural, mas elas também acompanham bem sorvetes ou pudins.



