Israeli couscous com tomate

couscous tomate

O Israeli couscous, também conhecido por maftoul ou pearl couscous, é bem diferente do couscous marroquino. O Israeli é feito de bolotas largas e precisa ser cozido, não apenas re-hidratado como o marroquino. Ele fica ótimo em saladas, como esta com lentilha e hortelã que eu fiz um tempo atrás. Desta vez me baseei numa receita da revista Martha Stewart Living.

Toste 1 xícara de Israeli couscous numa panela até os grãozinhos ficarem dourados. Enquanto isso tenha uma chaleira preparada com água fervendo. Quando o couscous estiver douradinho despeje bastante água fervendo até cobrir todo os grãos, acrescente sal a gosto e deixe cozinhar até os grãos ficarem bem macios. Escorra bem e reserve. Você pode fazer com tomates crus, como a MS ensina, mas eu estava usando a churrasqueira pra fazer outras coisas e resolvi aproveitar o calor e assei os tomates pequenos cortados ao meio e embrulhados numa folha de papel alumínio. Você pode também fazer no forno. Quando eles estiverem cozidos, remova da churrasqueira, abra o pacote e deixe esfriar um pouco. Misture os tomates assados—com o caldinho que soltou e tudo, no couscous cozido. Tempere com molhinho feito com vinagre balsâmico, suco de limão, azeite, óleo de nozes e flor de sal. Misture bem, jogue bastante folhinhas de manjericão frescas rasgadas com as mãos, e então sirva.

tomates provençal – take II

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É a mesma receita de anos atrás e não tem segredo. Você só vai precisar de tomates orgânicos e madurinhos. Nunca guarde tomates na geladeira—vale a pena repetir a dica, pois refrigerados eles perdem o seu delicioso sabor. Corte os tomates ao meio, remova as sementes, deixe escorrer bem. Eu faço tudo numa panela só, neste caso uma frigideira que pode ir ao forno. Unte a frigideira com azeite, coloque os tomates com a borda para baixo na frigideira e frite no fogo médio por uns minutos, até a borda ficar levemente douradinha. Vire os tomates e recheie com uma farofa resultado da mistura de pão torrado moído no processador, sal grosso, um dente de alho, ervas secas de provence e bastante salsinha fresca [eu usei cibouletes/chives]. Recheados, os tomates vão ao forno alto por uns 15 minutos ou até a farofa ficar dourada e crocante. Sirva quente ou frio.

sea bass com tomate

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Preparei um filé grande de sea bass imerso num molho de tomate picante. Numa panela refogue cebola picadinha no azeite até ela ficar molinha. Usei uma cebolinha gigante que eu tinha, parte ceboluda e parte verde. Empurrei a cebola refogada para o lado da panela e coloquei o peixe, só para dar uma selada dos dois lados. Então acrescentei tomate picado—usei o em lata fire roasted que eu adoro, dois filés de aliche/anchovas picadinhos, vinho branco, flocos de pimenta vermelha e sal a gosto. Deixe refogar por alguns minutos até o molho engrossar. Fazer o peixe foi mais rápido que cozinhar as batatas que servi com ele. As batatas foram cozidas somente na água e depois temperadas com azeite e flor de sal com orégano.

minha sopa de tomate

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Estou numa missão para gastar os ingredientes que estão na geladeira e prevenir desperdícios. O ingrediente central de ontem era um bocado de tomate em lata, que sobrou de alguma outra receita. Era fire roasted tomato, que tem um sabor levemente defumado e que eu adoro. Também tinha um restinho de manjericão fresco, que sobrou do evento da pizza do Gabriel. Minha intenção, que acabou virando uma obsessão, era fazer uma sopa. Vamos lá, procurei uma receita de sopa de tomate—que tinha que ser EXATAMENTE como eu queria—em pelo menos uns dez livros. Não achei nada que me satisfizesse. Fui para o Food Blog Search. Nada, nada, nada. Decidi improvisar mesmo. Whatever…
Bati mais ou menos 1 xícara de meia de tomate no liquidificador com uma xícara de água e as folhas de manjericão fresco. Passei tudo pela peneira. Numa panela, refoguei três dentes de alho picadinhos no azeite. Quando os alhos ficaram dourados, joguei o purê de tomates. Adicionei sal, pimenta moída e deixei ferver. Quando o caldo ficou mais encorpado, joguei 1/3 xícara de half-and-half [2/3 xícara de leite integral e 1/3 de creme de leite] e bastante queijo asiago ralado. Desliguei o fogo, misturei bem para o queijo derreter e servi com torradinhas de pão de grãos integrais e manteiga.

The Big Tomato

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A Ashley tinha me dado um toque, que haveria um evento do tomate aqui em Davis, mas ela não sabia onde, era pra eu ficar de olho. Eu fiquei interessada, mas esqueci de ficar de olho, pois fui carregada na avalanche dos zilhões de acontecimentos da semana e nem lembrei de pensar no tomate.
Mas como se diz por aí, se Maomé não vai até a montanha… O evento do tomate simplesmente apareceu na minha frente, enquanto eu fazia a minha caminhada semanal do sábado pela manhã no Farmers Market. O tal evento do tomate estava bem ali, no meio do gramado do parque. E parecia animado, lotado de gente. Fui lá checar.
O evento, batizado de Big Tomato, foi uma iniciativa do Yolo County Agricultural para promover uma conexão entre a população e a produção número um do nosso condado de Yolo, o tomate. A UC Davis desenvolveu pôsteres com informação sobre a cultura do tomate, e havia distribuição de livretos de receitas e mudinhas de plantas de tomate—eu peguei uma, que vai ficar num vaso, dentro de casa, até meio de abril, quando já vai estar quente o suficiente para plantá-lo na horta. Mas o que estava fazendo sucesso com o público eram os inúmeros restaurantes, entre os melhores da região, oferecendo amostras de comidas preparadas com o ingrediente astro. Eu não provei nenhuma, porque não curto muito essa coisa de pegar amostra de comida em lugares públicos, mas a paella de inverno do Tuco’s, um dos meus restaurantes favoritos aqui em Davis, estava muito bonita e chamativa. Encontrei alguns conhecidos lá, entre eles uma escocesa com quem trabalhei na International House e ela estava animadíssima, provando todas as coisas deliciosas e lambendo os beiços.

pasta com tomate seco & aliche

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Foi só eu decidir comprar um pouco de tomate seco no Farmers Market que chegou um saco deles na cesta orgânica. Pronto, lá estava eu com um potão cheio dos tais tomates. Mas esses são sun-dried tomatoes, que não são macios. Para usá-los precisa antes deixá-los de molho na água e foi o que eu fiz, antes de tudo. Depois cozinhei espaguete de farinha de spelt [farro] em bastante água bem salgada. Quando o macarrão ficou al dente, escorri e tampei. Na mesma panela joguei azeite e alho picadinho. Quando o alho estava quase dourado, temperei com sal e pimenta do reino branca moída. Joguei os tomates escorridos e picadinhos, depois um punhado de azeitonas pretas sem caroço e no final espremi meio tubo de pasta de aliche [anchovas], que era o que eu tinha. Pode usar meia latinha de aliche picadinho. Misturei bem para o aliche dissolver e acrescentei o macarrão cozido, misturei, tampei. Polvilhei com queijo parmigiano peggiano ralado na hora.

*acho que essa receita já andou por aqui, no passado remoto…