Sopa Indiana de Batata Doce

sopaindiana_batatadoce.jpg

Peguei essa receita na revista REAL SIMPLE. É facílima de fazer e muito saborosa. Só precisa ter cuidado com a quantidade de curry, senão fica muito apimentada.
2 batatas doces grandes cozidas e cortadas em cubinhos
1 cebola media cortada em pedacinhos
1 colher de óleo para refogar
um pedacinho de uns 2cm de gengibre fresco, descascado e picado bem fininho
1 colher de sobremesa de PASTA VERMELHA DE CURRY [nao é o curry em pó, nem o amarelo, é um curry vermelho e molhado, como uma pasta de tomate – cuidado, pois é HOT!]
1 lata de leite de coco
3 xícaras de caldo de galinha
sal à gosto
suco de um limão
coentro fresco
Refogar a cebola e o gengibre no óleo até ficar macio. Acrescentar a pasta de curry vermelho. Refogar por um minuto. Acrescentar o caldo de galinha e o leite de coco. Deixar ferver, abaixar o fogo e cozinhar por cinco minutos. Acrescentar a batata doce. Cozinhar por mais cinco minutos. Desligar o fogo. Acrescentar sal à gosto, espremer um limão. Na hora de servir, decorar com o coentro fresco picado.

caldos para sopa

Preguiçosa e distraída como eu sou, preciso pensar em maneiras eficientes de fazer coisas na cozinha, que me permitam poder fazer outras mil coisas e ter esquecimentos. Com a chegada do inverno ficamos pedindo por sopas. Elas são fáceis de fazer e sustentam, acompanhadas de uma boa salada e pão fresquinho. Mas depois que eu li este livro maravilhoso [que ainda vou comentar extensamente], fiquei encantada com os caldos que ela cita como base de tudo – sopas e molhos. Fazer um caldo me faz pensar imediatamente num panelão cozinhando por intermináveis horas sobre a chama do fogão. Não daria certo pra mim, que estou sempre entrando e saindo de casa em mil atividades e tarefas. O caldo levaria dias pra ficar pronto, se eu fosse seguir as regras de segurança básicas de não deixar fogo ligado sem vigilância na minha casa de madeira.
Mas como tudo pode ser adaptado, descobri uma maneira eficiente e segura de fazer caldos base para as minhas sopas. Espanei as teias de aranha da minha panela elétrica, chamada aqui de crockpot ou slow cooker. Ela cozinha em baixíssima temperatura num pote de cerâmica. Você joga lá os ingredientes e deixa cozinhando o dia inteiro ou a noite inteira e depois de muitas horas, voilá, é só coar o caldo.
Tenho feito caldos ótimos com os inúmeros legumes e verduras que teimam sobrar da minha cesta de segunda-feira. O básico é:
cenoura, salsão, pimentão, uma cebola espetada com cravos, basilicão fresco, ervas secas amarradas com um barbantinho, batata doce ou abóbora, nabos e verdura verde em fatias. Se tiver resto de frango ou carne, para um caldo de frango ou carne. Senão somente os legumes dão um caldo ótimo. Adiciona água, vinho branco, um pouco de sal e deixa cozinhar por pelo menos doze horas. Eu tinha esse crockpot há um ano e ainda não tinha achado um utilidade pra ele, que estava entrevado junto da máquina de fazer pão, da fazer macarrão e da centrífuga. Mas nada como um dia após o outro…