colhendo azeitonas & fazendo azeite

Na última primavera eu estava almoçando com uma amiga de trabalho e conversando sobre comida, quando ela mencionou um tal “clube do azeite”. (( PLIN!)) Em questão de segundos eu já tinha pedido mais informação e muito mais rápida do que um raio eu já tinha me filiado ao clube, que é mais ou menos como uma CSA do azeite. Você paga por ano e recebe dois vidros por trimestre. Num dia horrivelmente tórrido de verão eu recebi meu primeiro lote. Duas garrafas de azeite e um potinho com creme para as mãos feito com azeite e aromatizado com lavanda. Que delicia! Ainda não recebi meu segundo lote, que chegará na semana que vem, mas em novembro fomos convidados para conhecer a fazenda com seus modestos oliveirais e aprender como se faz o azeite. Num sábado chuvoso dirigimos até a pequena propriedade do simpático Mike Madison [irmão da Deborah Madison] que fica entre as cidades de Davis e Winters. Lá fomos recebidos com café, bolo de banana e caquis recém-colhidos. Fizemos uma tour pelo lugar, as crianças colheram azeitonas, ouvimos muitas histórias sobre a fazenda e a produção de azeite. Na volta pudemos ver as azeitonas serem moídas, a pasta centrifugada e provamos o azeite fresquinho que saia pelo outro lado. Duas panelonas com sopa quentinha nos esperavam num fogão com muito pão para molhar no azeite novo, que pudemos provar a vontade. Eu já tinha visto produção de azeite numa escala um pouco maior [o azeite da Séka Hills no Capay Valley], mas nunca tinha visto numa tão artesanal, com colheita manual. Na hora de ir embora avisei que ia tirar fotos das árvores de caqui e fui incentivada a pegar quantos caquis eu quisesse. É claro que eu quis—peguei uma sacola cheia!

Dinner with Jackson Pollock

Dinner with Jackson Pollock Dinner with Jackson Pollock
Dinner with Jackson Pollock Dinner with Jackson Pollock
Dinner with Jackson Pollock Dinner with Jackson Pollock
Dinner with Jackson Pollock Dinner with Jackson Pollock
Dinner with Jackson Pollock Dinner with Jackson Pollock

Fazia um tempinho que não investia em livros e comprei esse do Pollock e outro do Monet. O pacote foi entregue na porta da minha casa quando eu estava viajando a trabalho e quando voltei ele não estava mais lá. Foi a primeira vez que tive algo roubado da minha porta, fiquei imensamente chateada. Liguei pra Amazon e eles me perguntaram se eu queria o dinheiro de volta ou que os livros fossem reenviados. Optei pelo reenvio e dois dias depois eles chegaram. O do Monet—bonito, mas com as fotos de sempre, as receitas de sempre. O do Pollock—lindo, criativo, estimulante, muitas histórias sobre ele e a mulher, Lee Krasner, receitas de família, compiladas de recortes e anotações escritas a mão, tudo isso lindamente encadernado em espiral, com fotos históricas, fiquei encantada, não larguei do livro por algumas semanas e fiz algumas das receitas. Com a atual abundância de livros de culinária, onde tudo parece ser feito no mesmo formato, com o mesmo estilo de fotos e layout, esse foi uma exceção muito auspiciosa que me deixou muito feliz!