waffles de trigo sarraceno & chocolate

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É sempre nos domingos às tarde que faço algo diferente, geralmente pra gente tomar um “café” da tarde [onde obviamente nunca sirvo café]. Nesse domingo quis testar essa receita da revista Bon Appetit. Desempoeirei minha máquina de fazer waffles por uma boa razão. Os waffles ficam bem chocolatudos. Nós gostamos muito. A receita fez uns 12 waffles, pra nós foi muito, mas comemos as sobras no dia seguinte.

1 xícara de farinha de trigo sarraceno
1/2 xícara de cacau puro
1/4 xícara de farinha de linhaça [*usei de amêndoas]
1 e 1/4 de colheres de chá de sal
1 colher de chá de fermento em pó
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
2 ovos caipiras grandes em temperatura ambiente
2 xícaras de buttermilk [*usei kefir]
1/2 xícara de óleo vegetal
1/4 xícara de açúcar mascavo
2 colheres de chá de extrato de baunilha
60 gr de chocolate amargo picado grosseiramente [*usei nibs de cacau]
Maple syrup–xarope de bordo puro, para servir

Aqueça a máquina de waffle. Com um batedor de arame misture bem a farinha de trigo sarraceno, o cacau em pó, a farinha de linhaça [ou de amêndoa], sal, o fermento em pó e o bicarbonato de sódio numa tigela. Numa outra tigela bata ovos, junte o buttermilk [ou kefir], o óleo, o açúcar mascavo e a baunilha. Adicione a mistura de ovos aos ingredientes secos e misture bem até ficar uma massa homogênea; misture o chocolate [usei os nibs de cacau].

Unte a máquina de waffle com óleo. Coloque uma concha pequena de massa sobre o a máquina e cozinhe os waffles até sentir um cheiro forte de chocolate e as bordas ficarem ligeiramente escurecidas, cerca de 3 minutos. Remova cuidadosamente da máquina.

Sirva os waffles com maple syrup e o que mais quiser. Eu servi com blackberries que colhi na fazenda orgânica e curd de limão feito em casa.

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panquecas de farinha de arroz integral

Primeiro eu compro o ingrediente, depois vejo o que vou fazer com ele. Ou compro o ingrediente para uma receita e depois preciso achar mais receitas para usá-lo. Não sei qual foi o caso dessa farinha de arroz integral, mas tenho usado o pacote como posso. Uma das maneiras foi fazer panquecas, que comemos com um chutney de tomates de ganhei da minha amiga. Adoramos o sabor e a textura dessas panquequinhas.

1 xícara de farinha de arroz integral
1 colher de sopa de açúcar
2 colheres de chá de fermento em pó
1/4 colher de chá de sal
1/4 colher de chá de canela em pó
1 xícara de leite [de vaca ou vegetal, usei de castanhas]
1 ovo caipira
1 colher de sopa de óleo vegetal
1/2 colher de chá de baunilha

Em uma tigela grande misture a farinha de arroz, o açúcar, o fermento, o sal e a canela em pó. Acrescente o leite batido com o ovo, o óleo, a baunilha e baunilha e misture até ficar uma massa. Unte uma frigideira de ferro ou uma chapa com óleo. Adicione a massa usando uma concha pequena ou uma colher grande. Deixe fritar de um lado, vire, deixe fritar do outro, remova, reserve num prato. Quando todas as panquecas estiverem prontas, sirva com o acompanhamento que quiser. Geléia, manteiga, frutas em compota, chutney, eteceterá!

nunca é tarde para fazer pequenas [ou grandes] mudanças

new breakfast

Uma das minhas colegas apareceu com uns potinhos cheios de comida dizendo que estava fazendo um detox naquela semana. Essa palavra “detox” sempre me causou um enorme desconforto, pois me dava a impressão de fome, sofrimento, miséria. Mas não era esse o caso. O detox que a minha colega estava fazendo se chama Kitchari, uma dieta monotemática da medicina Ayurvedica para limpar o sistema digestivo. Você prepara uma receita com arroz basmati, feijão mung, legumes e especiarias e come isso por três dias, bebendo bastante chá nos intervalos. Pode comer quanto quiser dessa mistura. Minha colega acrescentou  que sempre faz esse detox quando exagera nas comilanças de porcarias ou está precisando de uma “limpeza”. Fiquei curiosa e interessada. Fui atrás de informação e li muita coisa, vi alguns vídeos e chegue à conclusão de que daria pra eu fazer um negócio desses muito facilmente. Eu não iria passar fome, me sentir desprovida, ficar com tonturas, desmaiar, vomitar, todas essas coisas [além de outras] que eu sempre associei com essas limpezas do sistema digestivo. Achei todas as informações que precisava e receitas que me animaram como esta aqui e esta aqui. Preparei tudo para o meu primeiro detox, fiz compras dos ingredientes que não tinha, tudo orgânico é claro, e me preparei psicologicamente pra fazer dois dias, ao invés dos três, pra não me sentir muito oprimida logo da primeira vez. Tava tudo certo, decidi também que iria fazer um café da manhã com aveia, pois nunca tive apetite e estômago pra comer coisas salgadas pela manhã. Mas daí cheguei no ponto que achei que iria ter problema—o café. Desde que me conheço por gente que bebo o tal do café com leite pela manhã, me condicionei a achar que eu não era gente antes de beber aquela xícara de café, que aquilo era imprescindível, se não bebesse esse café pra reconectar os neurônios iria com dor de cabeça. Meu humor matinal sempre foi péssimo, até eu beber o tal café. Troquei o leite de vaca pelo de amêndoas, porque nunca gostei do gosto do leite animal. Mas o café nunca faltou, na xícara ou na tigela. Como farei sem ele nesses dias? O detox Kitchari recomenda beber chá verde, que tem cafeína e algumas propriedades extras que ajudam mais do que atrapalham. Comecei o meu primeiro dia de detox com uma xícara de chá verde e fiz uma tigela de aveia cozida. Fiz na panela ao invés de no microondas, a aveia, água, passas, pedacinhos de maçã e uma colherzinha de ghee, a manteiga clarificada. Bebi o chá, comi a aveia cozida, passei o resto do dia comendo o cozido de arroz, feijão e legumes e bebendo muito chá. Não vou dizer que à noite não me deu aquela sensação de que eu poderia comer algo diferente, mas não era fome, não era algo desesperador. E passei o dia muito bem sem o café matinal, não tive nenhuma dor de cabeça, nenhuma sequela, nenhum incômodo. No dia seguinte bebi o chá verde e comi a aveia, e na noite do segundo dia quebrei o jejum, porque meu marido chegou mais cedo pro final de semana e milagrosamente pudemos jantar juntos. No sábado de manhã pensei, sabe o que? vou continuar com o chá verde. E assim foi no domingo, na segunda, na terça e passaram-se três meses. Nunca mais bebi café. Não sei se foi uma troca benéfica, a única coisa que notei foi que meu mau humor matinal melhorou muito. Agora levanto, faço coisas, ponho a água pra ferver, faço a aveia cozinha [agora no microondas—3 minutos], pico uma fruta, guardo louças, dou comida pros gatos, espero o chá esfriar, leio notícias, não tenho mais aquele desespero de BEBER O CAFÉ como era antes. Paralelamente continuei com a aveia, que era algo que eu já estava fazendo há mais de um ano pra levar pro trabalho e comer no meio da manhã. Antes colocava um pouco de açúcar ou mel, agora eliminei adoçantes totalmente. Uso uma fruta fresca, ou ameixas secas, cozinho a aveia na água, acrescento depois iogurte ou kefir, dependendo com o que combina, adiciono nibs de cacau ou fatias de amêndoas ou pólen de abelhas ou passas. Pra comer no meio da manhã no trabalho agora levo um ovo cozido e um tomate, ou o ayran—o iogurte batido com água e sal que fica muito refrescante, ou kombucha, qualquer bolachinha de arroz ou frutas secas. Nos finais de semana eu como pão com manteiga, com mel ou geléia. Comer a aveia não é uma coisa rígida, também não é uma dieta, porque não estou perdendo peso [se bem que seria bom se perdesse uns quilinhos]. Foi apenas um realinhamento na minha refeição matinal. Uma coisa que nunca pensei ou imaginei fazer e nem sei exatamente por que fiz, mas até agora está tudo ótimo, não sinto falta de tomar café, me sinto muito bem e estou achando tudo muito bom!

panquecas persas de abóbora

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A Amazon às vezes tem ofertas incríveis de livros de culinária para o Kindle. Fiquem de olho, porque livros maravilhosos podem ficar disponíveis por precinhos que vão de $2,99 a $0,99. Isso mesmo, alguns custam menos que uma pataca! Peguei essas ofertas duas vezes e comprei quase vinte livros. Um deles foi esse de comidas persas. Escolhi fazer essas panquecas de abóbora, pois ainda tinha [tenho] uma abóbora que comprei no halloween para enfeitar a sala e tinha assado e congelado em porções. Fiz as panquecas para o meu jantar de convalescente quando fiquei mofando em casa com um resfriado chato. A receita faz umas doze panquecas, então comi duas e o resto coloquei num prato e levei para os meus colegas no trabalho. Alguns colegas comeram, mas o meu chefe exagerou. Pegou uma logo de manhã quando chegou, duas de sobremesa no almoço e no final do dia pegou as duas últimas que ainda estavam no prato e levou pra casa. Fica uma panqueca muito aromática, por causa da água de rosas. Como recomenda a autora do livro, essas panquecas típicas do norte do Irã podem ser comidas como café da manhã ou como sobremesa, ou em ambas as ocasiões, como fez o meu chefe!

1/2 xícara de açúcar
1 ovo caipira grande em temperatura ambiente
3 colheres de sopa de água de rosas
1 xícara de purê de abóbora [eu sempre asso a minha]
1 xícara de farinha de trigo
1 colher de chá de fermento em pó
1/2 colher de chá de canela em pó
2 colheres de sopa de óleo vegetal [para fritar]
1 colher de sopa de açúcar de confeiteiro [para decorar]
1/2 xícara de nozes e pistaches picados [para servir]

Misture o açúcar e o ovo numa vasilha e bata bem, como a batedeira ou o batedor de arame. Adicione o purê de abóbora e a água de rosas e bata bem. Adicione a farinha de trigo, o fermento e a canela e misture com uma espátula. Leve a massa à geladeira por pelo menos 1 hora. Pode fazer à noite e deixar na geladeira até o dia seguinte, se for fazer pro café da manhã. Coloque o oleo aos pouquinhos na frigideira [eu gosto de espalhar com um pincel] , coloque mais ou menos 1/4 de xícara da massa e vá fritando as panquecas uma por uma. Polvilhe com açúcar de confeiteiro, salpique com as nozes e pistaches e sirva.

panquecas de milho
[com bacon & maple]

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Nesse dia eu fritei bacon para fazer essas panquecas do livro Dinner with Jackson Pollock. Ele fazia sempre essas estas panquecas para os amigos John e Josephine Little. Essa era uma das receitas da mãe dele, Stella Pollock, e devem ser servidas com bacon crocante e maple syrup [xarope de bordo].

Accabonac cornmeal pancakes [faz 8 panquecas]
1 xícara de cornmeal
1 xícara de farinha de trigo
4 colheres de chá de fermento em pó
1 colher de chá de sal
3 colheres de sopa de manteiga
3 colheres de sopa de mel
2 ovos caipiras
1 xícara de leite
Manteiga ou óleo para fritar

Em uma tigela misture o cornmel, a farinha de trigo, o fermento e o sal. Adicionar a manteiga aos ingredientes secos trabalhando com os dedos e manipulando o mínimo possível. Adicione o mel, os ovos e leite suficiente para obter uma massa com a consistência desejada, nem muito líquida nem muito grossa.

Aqueça um pouco de manteiga ou óleo numa frigideira, coloque um pouco da massa e frite, virando apenas uma vez. Sirva com bacon frito e xarope de bordo [maple syrup].

waffles de trigo sarraceno
[com ricota fresca & morango]

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Adaptei essa receita para os morangos da época, mas acho que vale muito a pena esperar a volta dos citrus para refazer com a fruta original. Esses waffles foram o nosso lanche de domingo à noite. Usei uma ricota fresca da melhor qualidade, mas se não for possível achar uma tão boa recomendo que se faça essa receita caseira.

1 xícara de farinha de trigo sarraceno
1 xícara de farinha de trigo comum
1/4 de xícara de açúcar
1 e 1/2 colheres de chá de fermento em pó
1/2 colher de chá de sal grosso
1 e 1/2 xícaras de leite integral
4 colheres de sopa de manteiga sem sal, derretida e fria
1 ovo caipira grande
1 xícara de ricota fresca
Morangos frescos e mel a gosto para servir

Numa tigela grande misture as farinhas, o açúcar, o fermento e o sal. Numa outra tigela misture o leite, manteiga e ovo e bata até ficar bem combinado. Coloque a mistura de leite na mistura de farinha e mexa bem com uma espátula, até todos os ingredientes se incorporarem. Deixe a massa repousar descoberta por 20 minutos.

Pré-aqueça a máquina de waffle e unte levemente com manteiga. Preencher cada quadrado com 1/2 xícara de massa, fechar a máquina e deixar cozinhar até dourar e ficar crocante, cerca de 8 minutos. Na hora de servir cubra cada waffle com ricota, os morangos e regue com mel. Eu salpiquei raspinhas de casca de limão também, mas não é obrigatório.

bircher-benner muesli

bircher-muesli

Não consigo me lembrar onde foi que vi a receita original do bircher-benner muesli, mas sei que foi há muitos anos, quase uns trinta, pois quando comecei a fazer esse cereal matinal meu filho ainda era um bebezinho. Lembro da pequena cozinha do meu primeiro apartamento e como eu colocava a aveia de molho na água numa pequena cumbuquinha e de manhã cedo ralava a maçã e preparava o muesli. Pra mim, que sou famosa por não ter apetite matinal, começar a comer esse cereal foi a epitome da mudança de hábitos. Hoje eu faço o muesli regularmente durante os meses em que encontro maçãs locais para comprar. Adoro levar para o meu snack matinal no trabalho. Não deixo mais a aveia de molho, mas costumo preparar o muesli na noite anterior e deixar guardado num potinho de vidro com tampa na geladeira.

Essa é a maneira como eu preparo o meu bircher-benner muesli, mais fiel à receita original possível: numa tigela coloque um pouco de aveia em flocos grossos, junte em camadas uma maçã ralada, suco de limão, leite condensado [prefiro normalmente o mel, ou nectar de agave, ou algum tipo de açucar mascavo], um pouco de iogurte natural e amêndoas tostadas por cima. Consuma imeditamente ou guarde num vidro para comer no dia seguinte.

panquecas de centeio

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Nós não somos pessoas que comem panquecas no café da manhã. Eu, porque de manhã mal consigo articular palavras coerentes, quanto muito fritar panquecas. E o Uriel, porque ele não é muito versado na cozinha, com panelas e ingredientes. Mas eu tinha uma missão neste final de semana—tentar liquidar com um tanto de buttermilk e usar a farinha de centeio que comprei outro dia para fazer uma receita que levava menos de uma xícara. Panquecas foram a melhor idéia e achei esta receita perfeita, porque usa todos os ingredientes que eu precisava gastar e faz uma quantidade pequena. Pra nós dois foi até um pouco demais e sobrou. Mas não sobrou muito. Comemos panquecas então no café da noite do domingo, acompanhadas por rodelas de banana da terra [plantain] fritas e maple syrup. Para fazer as bananas, apenas coloque as rodelas numa frigideira com manteiga derretida, frite dos dois lados e salpique com uma mistura de açúcar e canela.

Para fazer as panquecas, numa vasilha peneire tudo junto:
1/2 xícara de farinha de centeio
1/4 xícara de farinha de trigo integral
1/2 colher de sopa de fermento em pó
1 pitada de sal

Numa outra vasilha bata bem:
1 ovo
1 xícara de buttermilk
1/2 colher de sopa de manteiga derretida

Coloque a mistura dos ingredientes liquidos sobre a mistura dos ingredientes secos e bata com um batedor de arame. A massa deve ficar mais liquida que grossa. Acrescente mais buttermilk se precisar, na minha precisou. Unte uma frigideira ou chapa com manteiga e coloque colheradas da massa, espalhando rápido para formar um circulo. Deixe cozinhar bem de um lado, vire com uma espátula e cozinhe do outro lado. Remova as panquecas prontas para um prato. Repita a operação até usar toda a massa. Sirva com as bananas fritas e maple syrup. Ou com outra mistura de frutas frescas ou cozidas, geléia ou xarope que tiver disponível.

dutch baby [com limão]

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O domingo seguiu na mesma malemolência do sábado e além do almoço simplérrimo, com frango de churrasqueira e salada, me apreguicei de fazer qualquer outra coisa para o nosso lanchinho da noite. Tinha pensado em fazer um bolo, mas faltou um ingrediente e desanimei. Apesar da pregui, deu uma vontadona de comer algo feito na hora, de preferência com limão, para acompanhar um chá feito com folhas de hortelã fresquinhas que colhi na horta. Vou dizer que não existe receita fácil que seja páreo para a dutch baby, uma panquecona feita no forno em poucos minutos. Pode-se fazer simples e servir com geléia, maple ou mel ou colocar frutas dentro ao gosto do freguês. Eu queria porque queria uma com limão, então fui procurar e achei essa receita no blog da Culinate retirada do livro A Homemade Life da blogueira Molly Wizenberg. Essa panqueca pode ser feita numa frigideira de 20 cm que possa ir ao forno, mas funciona também numa um pouco maior. Dá também pra fazer num pirex ou forma de torta. Eu fiz numa frigideira pequena. Ela infla enquanto assa e fica linda. Mas infelizmente murcha um pouco quando retirada do forno, conformemo-nos, é assim mesmo. Essa ficou com uma cor bem forte por causa dos ovos caipiras [sempre!] e das raspas da casca do limão, que ajudaram a deixar a panqueca com um sabor limãozudo acentuadíssimo. Delícia!

dutch baby pancakes with lemon and sugar
serve bem 2 pessoas
2 colheres de sopa de manteiga sem sal
4 ovos grandes
1/2 xícara de farinha de trigo
1/2 xícara de half and half
[misturei leite integral com creme de leite fresco]
1/4 de colher de chá de sal
Raspas da casca de 1 limão

Para servir: suco espremido de um limão e açúcar de confeiteiro para polvilhar

Pré-aqueça o forno em 425ºF/ 220ºC. Numa frigideira que possa ir ao forno ou outra forma similar, coloque a manteiga e derreta—pode ser no fogo ou no forno. Espalhe bem a manteiga derretida pela forma, fundos e lados.

No liquidificador coloque os ovos, farinha, leite com creme [ou half and half], sal e as raspas da casca do limão. Bata bem e coloque na forma untada com a manteiga derretida. Coloque a frigideira no forno e asse por uns 20 minutos, até a massa inflar e ficar dourada.

Remova do forno e regue a panqueca com o suco de limão [pode jogar bastante] e depois polvilhe com o açúcar de confeiteiro. Sirva imediatamente.