sorvete de banana

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Recebi essa dica excepcional da Alexandra Guerson que viu e fez a incrível receita de sorvete feito com apenas um ingrediente. Minutos antes de ler a dica da Alex no twitter, eu tinha separado 4 bananas super maduras e estava naquele dilema do que fazer com elas. Depois disso, tudo ficou resolvido! Fiz o sorvete de banana, que é a coisa mais simples do mundo e ainda por cima não precisa de sorveteira!
Corte as bananas em rodelas e espalhe numa travessa. Leve ao freezer e espere congelar. Quando as rodelas de banana estiverem congeladas, vá colocando aos poucos no processador de alimentos e pulsando até virar um creme. Eu adicionei um pouquinho de maple syrup, como a Alex sugeriu. Mas não precisa, já que a banana é uma fruta bem doce. Fica realmente super cremoso. É um sorvete para se fazer e comer no mesmo dia, mas que resiste muito bem ao tempo no congelador.

arroz, feijão, banana frita

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No dia em que fui visitar o Old Town em San Diego, peguei o trolley e marquei de encontrar a Brisa por lá. O lugar é super bonitinho, cheio de museus, lojinhas e restaurantes. É uma réplica túristica de uma cidadezinha do tempo das missões, muito no estilo da nossa Old Sacramento, que reproduz uma cidade da corrida do ouro. Em Old Town abundam restaurantes mexicanos—dos que clamam serem tradicionais, com os atendentes vestidos em trajes tipicos dos pueblos mexicanos, até os super modernês, que transformam o ambiente e o cardápio numa fiesta hip-hop para atrair a turma jovem e pop. Estava um calorão, eu já estava com uma fome daquelas e não gastamos muito tempo escolhendo um lugar pra comer. Avistamos uma pequena casinha com um cardápio de comida latinoamericana. Resolvemos testar. Era uma opção diferente. O restaurante estava vazio e a atendente nos paparicou, conversando bastante. Ela, mexicana, nos contou que a cozinheira dedicadíssima era chilena. No cardápio tinha pelo menos um prato de cada país, desde Chile até Peru e Venezuela. O Brasil figurava com um vatapá. Era tanta opção diferente, que minha librianice emergiu me prevenindo de fazer qualquer escolha. Como a Brisa é vegetariana, resolvemos ir de feijão com arroz e banana frita. Pedimos também uma salada de laranja com azeitonas espanholas, que estava uma delícia, apesar de um pouco alhuda demais pro meu gosto. O prato principal veio com arroz, feijão, salada de repolho raladinho, banana frita e salsa. De quebra ganhamos tortillas com salsa verde. Comemos muito. Eu devorei as bananas de uma maneira beirando a falta de modos. Foi uma refeição muito boa, que nem sobrou espaço pra sobremesa. O restaurante, que leva o nome da cozinheira, se chama Berta’s.

gelado de banana
flambada ao rum

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Fazia um tempo que uma idéia estava me cutucando. Eu queria tentar fazer um sorvete com bananas flambadas ao rum . Eu adoro banana e já tinha feito sorvete com essa fruta duas vezes, mas nunca com ela cozida. Faça uma frigideira com quatro bananas cortadas ao meio. Coma metade das bananas flambadas e coloque a outra metade na geladeira para esfriar e gelar. Depois que gelar é só colocar as bananas no liquidificador, acrescentar 1 xícara de creme de leite fresco, 1/2 xícara de leite integral e uma pequena dose extra de rum. Bater bem e colocar na sorveteira. Bananas nunca falham, ficam sempre deliciosas!

banana da terra frita

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A variedade de frutas nestas terras californianas certamente não incluí as tropicais. No caso da banana, estamos mais ou menos limitados à nanica—que eu tenho o cuidado de comprar fair trade, já que não posso comprar local. Acha-se a banana maçã, que eu já desisti de comprar, porque pra mim não tem gosto nenhum da banana maçã que eu conheço. E acha-se também a banana da terra, conhecida aqui como plantain. Não sei se elas são a mesma coisa, mas o sabor é bem parecido. Só que as plantains chegam aqui vindas sei lá de onde e normalmente estão verdes. Eu sei que há maneiras de se preparar essa banana verde, mas essas não são o meu objetivo. Quero a banana madura, no ponto ideal para se comer crua se quiser. Mas isso é quase uma missão impossível. As plantains geralmente estão muito verdes ou extremamente maduras. Quando eu dou de cara com uma banana no ponto [quase] ideal, dou pulos de alegria. Essas não estavam perfeitas, mas deu pra fazer frita, do jeito que eu gosto. Cortei em rodelas e fritei dos dois lados na manteiga. Na hora de servir, salpiquei com flor de sal.

Banana é uma das minhas frutas favoritas. E eu tento comer uma por dia. E adoro banana frita e banana flambada, que eu faço com a banana nanica mesmo. Êta coisa boa!

gelado de banana & pecan

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Com esse sorvete eu provei que é possível fazer uma coisa assim, gostosa e simples, até naqueles dias em que a sua cabeça está completamente nublada e você acha que não vai conseguir nem mesmo cortar um tomate ou fazer um café com leite.

Duas bananas, um pouco de mel—porque essa fruta já é bem doce, 1 xícara de creme de leite fresco, 1/2 xícara de leite integral. Bater tudo no liquidificador. Juntar um punhado de pecans torradas na frigideira ou forno. Deixe as pecans esfriar bem e quebre-as com as mãos. Junte ao creme de banana. Coloque tudo na sorveteira.
Usei as pecans, porque já tinha feito o sorvete de banana antes e queria mudar um pouco. As pecans torradas ficam muito mais aromáticas que as cruas e combinam muito bem com a banana.

moqueca de camarão & banana

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Me inspirei nesta receita de moqueca de banana da Neide Rigo pra fazer a minha moqueca, onde adicionei alguns camarões. Fiz no estilo capixaba, com o urucum e sem leite de coco ou azeite de dendê. Não tenho a maravilhosa panela de barro do Espírito Santo, então adaptei usando uma frigideira de terracota. Usei tomate em lata, porque os frescos agora vêm de algum canto do mundo e têm gosto de nada. Os de lata que eu uso são tomates californianos enlatados no pico da estação, quando eles estão no auge da gostosura. Adaptações são necessárias, mas isso não significa perder em qualidade e sabor.

Refoguei um punhado de sementes de urucum numa boa quantidade de azeite. Deixei esfriar e removi as sementinhas. Adicionei cebolinha picadinha no azeite que ficou avermelhado pelo urucum. Usei a parte verde e a branca—minhas cebolinhas são gigantes, apenas uma bastou. Quando as cebolinhas estavam molinhas, acrescentei uma lata de tomate, deixei engrossar. Temperei com sal e pimenta vermelha seca. Quando o molho ficou grosso, afundei ali os camarões que tinham sido previamente temperados com sal, pimenta e suco de limão. Espremi por cima mais suco de limão. Cobri com rodelas de banana nanica e polvilhei com bastante coentro fresco. Tampei e deixei cozinhar por uns minutinhos apenas, com cuidado pros camarões não virarem chicletes borrachudos. Servi com arroz branco e uma salada simples de folhas de alface. Minha opinião sincera: os camarões poderiam ter ficado de fora. Só a banana já fez dessa moqueca o fino da bossa.

bolo [clássico] de banana

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Receita da Dorie Greenspan publicada no Seroius Eats. Um dos melhores bolinhos que já comi. Não coloquei o chocolate, mas me arrependi.
Classic Banana Cake [em versão pequena]
1 1/2 xícara de farinha dee trigo
1 colher de chá de fermento em pó
1/4 colher de chá de sal
1 tablete (4 oz/ 113 g/ 1/2 xícara) de manteiga sem sal em temperatura ambiente
1 xícara de açúcar
1 colher de chá de puro extrato de baunilha
1 ovo grande em temperatura ambiente
2 bananas bem maduras amassadas – 3/4 xícara
1/2 xícara de sour cream ou iogurte natural
3 oz/85g de chocolate em pedacinhos *opcional
Pré-aqueça o forno em 350°F/ 176ºC e coloque a grade no meio do forno. Unte 12 forminhas de muffin com bastante manteiga e reserve.
Numa vasilha misture com o batedor de arame a farinha, o fermento e o sal. Reserve.
Coloque o acessório de pá na batedeira e bata a manteiga até formar um creme. Acrescente o açúcar e bata em velocidade média até ficar cremoso. Adicione a baunilha e o ovo, continue batendo. Baixe a velocidade e acrescente a banana amassada—a mistura vai talhar, mas sem pânico, siga em frente. Adicione o sour crem ou iogurte e a mistura de farinha alternadamente. Bata até ficar uma mistura bem lisa. Se for colocar o chocolate, adicione e misture manualmente. Distribua a mistura entre as 12 forminhas e asse por uns 30 minutos, ou até que a massa esteja firme. Deixe esfriar numa grade.
Esses bolinhos devem ser guardados em container com tampa e deixados em temperatura ambiente por até 3 dias. Congelados eles podem ser guardados por até 2 meses.
Para fazer numa forma grande, tipo Bundt, dobre os ingredientes e asse por 70 minutos.