picles de beterraba

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Vi na revista Martha Stewart de maio de 2009 a idéia bacanuda de fazer picles com beterraba. Já estava cansada de assar as minhas e me entusiasmei com a novidade.

2 beterrabas cruas grandes
1 pimenta fresca cortada ao meio [* usei em flocos]
1 xícara de vinagre de arroz
1/4 xícara de açucar
1 folha de louro fresco
1/2 colher de chá de pimenta preta em grão

Corte as beterrabas cruas em fatias finíssimas [use o mandoline] e coloque num vidro com tampa. Numa panela ferva a mistura dos outros ingredientes e jogue sobre as beterrabas. Refrigere. Esse picles dura um mês na geladeira. Cuidado quando for retirar as fatias porque o molho fica uma tinta, excelente para manchar roupas.

picles de nabo

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Tenho carregado o livro Everyday Greens da Annie Somerville pra cima e pra baixo. Praticamente todas as páginas já estão marcadas com post-its, pois todas as receitas são interessantes e inspiradoras. A Annie Somerville é a atual chefe do restaurante vegetariano Greens, em San Francisco. Por causa do intenso fluxo semanal de legumes e verduras na minha cozinha, minha atenção está toda voltada para eles. E esse livro está me dando inúmeras boas idéias. A primeira receita, logo nas primeiras páginas, é para um picles de nabo. Colei o post-it rapidinho, pois esse legume intrigante começou a chegar na cesta orgânica e eles são enormes, na mesma proporção da minha falta de idéias do que fazer com eles. Com essa receita do Greens pude me livrar de um nabão, que virou um picles adocicado bem interessante e vai ser um bom acompanhamento para muitos outros pratos.

pickled daikon radish
500 gr de nabo descascado e ralado em fatias finas
1/4 xícara de cebola roxa cortada em fatias finas *omiti
1 xícara de vinagre de arroz
2 colheres de sopa de molho tamari ou de soja *usei de soja
1 xícara de açúcar
4 rodelas finas de gengibre fresco

Coloque o nabo e a cebola numa vasilha grande. Numa panela pequena misture os outros ingredientes e leve ao fogo, até ferver. Jogue o molho quente sobre o nabo e a cebola, misture bem, deixe esfriar e leve à geladeira por pelo menos 1 hora. Fica melhor se feito de um dia para o outro. Mantém-se bem na geladeira, num pote bem fechado, por até três semanas. Servir como acompanhamento.

Panisses

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Marquei essa receita, assim que a vi publicada no blog do David Lebovitz. Fanzoca que sou de polenta frita e de grão-de-bico, vi as duas delicias combinadas numa friturinha parecida com a polenta, só que feita com farinha de grão-de-bico. Esperei um tempo para me aventurar, pois uma receita com duas etapas e fritura se encaixa na categoria de receitas para um dia especial. Esse dia chegou com uma manhã refrescante, quando primeiro abri todas as janelas da casa e então mandei bala!

1 quarto/ 1 litro de água
2 colheres de sopa de azeite
3/4 de colher de chá de sal grosso
2 1/4 xícaras [285g] de farinha de grão-de-bico
azeite ou óleo para fritar
sal grosso ou flor de sal e pimenta moída fresca para servir

Unte uma forma com azeite e reserve. Aqueça a água numa panela, com o azeite e o sal. Quando estiver quente, mas não fervendo, junte a farinha de grão-de-bico e bata bem com uma batedor de arame, até dissolver e engrossar, por mais ou menos uns 3 minutos. Troque o batedor por uma colher de pau e continue batendo, por mais ou menos uns dez minutos, até a mistura ficar bem firme. Coloque a massa na forma untada e espalhe com uma espátula. Deixe esfriar bem. Quando esfriar corte em tiras compridas como os do Lebovitz ou em retangulos gordos, como os meus.

Aqueça uns 2 cm de óleo ou azeite numa frigideira robusta, de preferência de ferro. Lebovitz usa azeite, mas eu usei óleo de canola. Frite os pedacinhos cortados, virando para dourar dos dois lados. Coloque numa travessa forrada com papel, para absorver o excesso de óleo. Salpique com sal e pimenta e sirva imediatamente.