dia de bafão e bifão

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Aqui não consumimos muita carne, porque sou eu quem decide o menu e nunca fui muito fã de comer animais. E também porque agora estou envolvida numa cruzada ideológica, que clama por respeito, compaixão e humanidade com os seres vivos que fazem parte da nossa cadeia alimentar. Me certifico de que o animal que morreu para que um filé ou um bife pudesse chegar à minha mesa, não tenha passado por nenhum tipo de confinamento cruel ou tortura horripilante. Essas carnitas, que comprei no Co-op, se encaixaram nos meus rígidos parâmetros. Quis fazer bifes, porque me entusiasmei com o sal defumado e porque estamos surfando noutra ondaça de calor e durante esse período é mais prudente e saudável evitar de usar o fogão. Os bifões foram para a churrasqueira, depois de serem salpicados com o sal defumado e folhinhas de tomilho—dica especial que aprendi com o Diego anos atrás e que sempre uso. Os bifes produziram uma refeição especial, acompanhados de abobrinhas refogadas em papel alumínio, também preparadas na churrasqueira. A cozinha continuou fresquinha e as nossas panças ficaram cheias e satisfeitas.

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