o supérfluo necessário

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Dei um pulo no Trader Joe’s e no Corti Brothers para fazer aquelas comprinhas supérfluas extremamente necessárias. Fui no Corti Bros especialmente para comprar o bacalhau salgado. Eles têm o peixe inteiro, da Noruega e do Canadá. Mas como um peixão inteiro é um pouco demais, resolvi comprar esses saquinhos de meio quilo cada, sem espinhas, do bacalhau Gonsalves. Quero fazer uma receita diferente desta vez. Mas tanto no Trader Joe’s, quanto no Corti Bros eu sempre acabo comprando muito mais do que inicialmente planejado. É muito difícil passar batido pelas coisas diferentes e apetitosas que eu encontro nesses dois lugares. No Corti Bros o que me impede de pegar tudo o que eu vejo nas prateleiras é basicamente o preço. Um vidrinho de azeite de oliva por $150.00 é um pouco proíbitivo. Mas no Trader Joe’s, que é famoso pelos seus produtos de qualidade e precinhos ridículos, eu faço a festa. Comemos esses flatbreads noruegueses enrolados com fatias de frios. A Marianne me disse que costumava comê-los com manteiga, açúcar e canela.

8 thoughts on “o supérfluo necessário”

  1. Fer, querida, lembrei tanto de vc ontem na aula… Vc falou recentemente de comida portuguesa, e o primeiro prato foi exatamente uma Açorda com camarão (ou de camarão). perefeita, e com muuuito azeite do bom!!!
    Acho q vc gostaria!
    Agora 150 pilas… teria que ser O azeite, hein?
    Por enqto, eu passo…
    Beijão!!!

  2. Que engraçado, Gonsalves e não Gonçalves! Estou curiosa para ver como é que vai cozinhar o bacalhau, depois conta tá? O meu almoço ontem foi bacalhau com broa e batatas a murro,tão bom!!!

  3. Caraca… 150 doláres num vidrinho de azeite… são mais de 300 reais… quase um salário mpinimo…. o sabor tem que ser expcecional, mas acho que mesmo assim não teria coragem… affff é muito tutu…
    Fer, AMO bacalhau com todas as minhas forças… vou ficar esperando anciosa a receita!!!!kkkkkkk Coisa de gente gulosa mesmo…kkkkk
    Bjundas

  4. Oi Fer,
    Estava conversando com o Marcel (namorido) sobre azeites outro dia. Muitas vezes são produzidos com variedades de azeitonas que são extremamente perecíveis e não suportam transporte e aarmazenagem com ocilação de temperatura. Não sei como é por ai, mas no Brasil, fico de olho na qualidade: turvo, data de fabricação, tipo de azeitona, tipo de azeite e qdo posso, degusto. Imagina só pagar uma fortuna por um produto que foi trazido (importado) em sei lá quais condições e não vale 10% do valor?!
    Nunca vi por aqui este flatbread norueguês… parece com o pão folha árabe?
    bjinho.

  5. a esses empórios, micromercados e afins são especiais…achamos cada coisa, compramos e nem sabemos a utilidade…tenho umas coisas no armario que nunca usei, alias nem lembrava fdelas, lembrei agora… mas aguardarei a receita com o bacalhau, viu? tava tudo bem Fer? ficou um tempinho sem aparecer… bjos

  6. Sabe que, qdo vamos ao mercadão da cantereira, meu marido fala que temos que ir com $ vivo, pois se vamos utilizar só o cc, danou-se, na certa vamos comprar trocentas vezes mais do que com $…
    Inevitável, né não?
    Beijinhos,

  7. Também sou como a Fer. Gosto muito de lojas “exóticas”. Perco-me de amores para supermercados asiáticos e todo o tipo de lojas alimentares que vendem coisas fora do vulgar. As prateleiras da minha despensa parecem quase as de um supermercado internacional…! ;-D
    Beijão.
    PS: ficou aguardando ansiosamente a receita de bacalhau…

  8. Bem, digamos que 150 dólares uma garrafinha de azeite de oliva é carito (será que li bem?). Bolas, ainda me queixo dos preços em Luanda!
    Mas gostei bastante de ver esses produtos, principalmente esse pão que é exactamente igual a um que comi na Dinamarca! De repente andei 10 anos atrás e lembrei-me das magníficas misturas que fazia com esse pão! :o)
    Beijos

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