eu não acredito em dona Benta

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Eu não acredito em saci pererê, nem na mula sem cabeça, ou no boto cor-de-rosa, nem na bruxa de oz, e muito menos na dona Benta. Como vou acreditar numa mulher que não existe? Que dá seu nome para um livro sem autores. Que é também marca de farinha. E avó de personagem de ficção. Faz-me o favor, hein?

Eu tenho o livro da dona Benta e já fiz algumas receitas, mas se vocês forem parar pra analisar aquilo é uma compilação de receitas de domínio público, sem muito detalhe, porque sem autor, não se pode dar bandeira.

Quis fazer um bolo [outro] de milho pra gastar a milharada que se empilha de maneira crescente na gaveta da geladeira. Quando vi essa receita pensei imediatamente—tá pra mim! Bate tudo no liquidificador e assar. Iuuru! Mas quando comecei a misturar os ingredientes, fiquei procurando a farinha. Não ia farinha. Tudo bem. Mas só com ovo, leite e creme de milho não ia dar consistência de bolo. E não deu.

Outra coisa irritante no livrão da dona Benta é a displicência das receitas. Nenhuma tem temperatura de forno, nem tempo de forno. É assim, põe lá e assa. Coisa pra gente batuta, não pra cozinheiras descabeladas como eu.

O bolo virou um belo pudim. Não ficou nem um pouco ruim e eu recomendo que se coma frio e no dia seguinte. Paciência é tudo nessa vida. Usei o melhor ovo, o melhor leite, o melhor milho, a melhor manteiga, o melhor açúcar. E assei sem saber por quanto tempo num forno médio. Sabe assim, nem muito quente, nem muito morno. Tudo muito etéreo, como o universo encantado da dona Benta.

48 comentários sobre “eu não acredito em dona Benta”

  1. Cheguei nesse post depois de vasculhar a internet em busca de uma justificativa pro meu bolo de milho da dona benta ter dado errado.

    Me vi representada na sua angústia.

  2. De 140,00 por 39,90 realmente uma boa promoção na Saraiva. Só consigo fazer as receitas graças ao Google. Tempo de forno, tipo (como vc não sabe?). Na receita Sequilhos de maisena 1/4 de xícara de maisena para 2 ovos vira uma gosma mole. Bem que minha mulher falou:- Vc vai comprar isso mesmo?

  3. Deus me defenda de tamanha idiotice…
    Vocês acham que quando este livro foi editado, em algum lugar deste Brasil, existia gente que se preocupava com as temperaturas de forno?
    Todos sabiam como fazer e também quanto tempo deixar para fazer qualquer coisa dar certo!!!
    Outra coisa que tenho a acrescentar é que diversos e diversas que se dizem “chefes de cozinha” tiram suas receitas de lá e publicam como sendo os autores… Já vi vários e várias receitas.
    Se este livro fosse tão inóquo como diversas de vocês dizem não teria tantas edições e nem tanta gente querendo editá-lo de novo!!!
    De toda e qualquer forma me desculpo por ter sido franco mas é que sou um apaixonado por este livro e já tirei várias idéias dele
    Tenho 57 anos, lido com cozinha desde os 12, não sou proprietário de restaurante, sou estudante do curso de nutrição e faço por paixão mesmo!

  4. Sobre o comentário da brisa a respeito do “Grande Livro de Receitas de CLAUDIA”, posso afirmar seguramente que foi o melhor presente que já ganhei na vida. Livro completo, sem furos, muito bem explicado e organizado. Pode levar na mala sem susto, pois vale a pena até se tiver que pagar excesso de bagagem, rsrsrrs (o bichinho é pesado!). 😉

  5. Meu Deus!!!!!!! Seu post dominou! Falou e disse. Tenho o tal livrão e ele não me serve de nada. Quanto às receitas, parecem mesmo poções mágicas – quem tem alguma noção de cozinha olha a combinação de ingredientes e já vê que não tem como virar o que o título promete. Só por milagre mesmo). Além disso, o livro peca por não conter nem receitas básicas (bolo de cenoura, p ex) nem qualquer receita mais requintada. Enfim, nem serve pra ensinar quem tem pouca experiência a cozinhar (como vc disse, as instruções do modo de fazer são simplistas demais), nem pra fonte de ideias novas pra quem curte uma comidinha mais caprichada. Conclusão: como livro de receitas DONA BENTA é um excelente peso de porta! rsrsrs. bjim
    R: hahaha! boa ideia! :-*

  6. O livro Dona Benta é uma fraude!!! Comprei e agora tá só enfeitando a estante. Fiquei pensando , eu acho que foi do livro Dona Benta que a Elvira tirou a receita. No Filme , a Elvira vai cozinhar e a receita acaba virando um monstro kkkkkkkk

  7. A minha história é meio sobrenatural. Meu pai me prometeu um livro da D. Benta, só que faleceu antes de cumprir a promessa. Então, passados muitos anos, estava eu folheando uma revista sobre saúde, que oferecia um exemplar de D. Benta como brinde a quem fizesse a assinatura.
    Como eu gosto do tema saúde, resolvi assinar. E não é que uma semana depois, recebi o exemplar e uma amável cartinha falando que como não tiveram um número suficiente de assinaturas, resolveram enviar gratuitamente o exemplar aos que pretendiam assinar. Foi ou não foi um presente de meu querido pai?
    Bjus,
    Lu

  8. Na década de 70, quando eu tinha uns 12 anos, comecei a fuçar na cozinha para fazer as coisas que tinha vontade quando minha mãe, que trabalhava a semana inteira, não podia.
    Lá em casa, tinha esse livro… e foi nele que peguei a receita de um bolo chamado “Bolo Meire”. Por incrível que pareça, um moleque de 12 anos se metendo a boleiro, consegui fazer a receita que deu certo. Fiz esse bolo muitas vezes… Nunca tive problemas. Já nem lembro mais da receita. Mas me deu muita saudade daquele tempo! Se, hoje, cozinhar é um grande prazer para mim, foi graças a esse livro. Talvez, se minha primeira vez na cozinha tivesse sido um fracasso, hoje eu não gostaria tanto de cozinhar.

  9. embora varias pessoas falaram mai e outras bem eu tenho um pedido um pouco estranho
    se alguem tiver um livro Dona Benta , edição antiga
    por favor estou precisando muito eu compro é so entrar em contato comigo por email
    Minha mãe tinha um que emprestei sumiu, agora meu filho quer o livro de qq maneio
    Por favor me salvem dessa

  10. Ganhei o sábado por ler esse blog. Já ia saindo, prontinho pra aterrisar numa Saraiva da vida e fazer um test-drive do indigitado livro antes de saciar meu sonho de consumo diário. Poupou-me o tempo, o trânsito e o dindin.
    Mas não me dou por vencido: amanhã compro o da Palmirinha! Adoro aquela véinha….rs

  11. Adorei esse blog e, principalmente, ler os comentários das colegas internautas sobre o livro da D. Benta. Desde que eu era criança (hoje já sou avó) conheço esse livro. Minha mãe havia comprado e eu fui a herdeira. Mas, quando saiu a edição nova, corrí para compra-lo. Vocês não queiram saber como tem erros nessas receitas. É o maior blefe de que tenho notícia. Receitas que, além de tudo o que foi criticado aquí, ainda por cima tem erros gravíssimos: na receita de empadinhas mandam pôr 1/2 XÍCARA (!!!) de farinha de trigo para não sei quantos ovos e outros ingredientes. 1/2 xícara, gente! E os erros não param por aí. Existem muitos e muitos outros. Não comprem esse livro, que é a maior furada!
    Léa

  12. Pois lamento decepcionar a galera, o livro dona Benta, foi o meu aprendizado na cozinha quando eu tinha 11 anos de idade. No começo dificil, depois, só praticidade. Hoje, minhas tres filhas possuem o livro dona benta, e fazem maravilhas. Para saber cozinhar, basta saber a consistência dos alimentos, não sabendo, pode ser o melhor forno, melhor livro, e dar tudo errado. Faço maravilhas no microondas sem ler cartilhas, e forno e fogão idem. Todos os bolos de dona benta já os fiz, e tem bolo sim senhoras, que não levam farinha de trigo, e saem maravilhosos do forno, como já fiz várias vezes de nozes. Sempre digo para minhas filhas, que o livro dona benta é um básico da recém casada, de tão fácil as receitas, depois de algum tempo, já nem é preciso mais abrir o livro, tamanha praticidade. Também tenho, sim senhoras, o livro Cláudia receita. Ambos são muito úteis mesmo, são ótimos. Pode-se variar a vontade em cima das receitas, aprimorando-as, e tornando-as ao nosso gosto. Um abraço a todas.

  13. Todos vao me odiar agora, mas não acho o livrinho de todo mal. Se bem que uso apenas para tirar ideias e não faço a receita inteira. (assim, hum o que posso fazer com batatas, abro o livrinho e vejo quiche de batatas e alho porro fecho o livro e faço a minha receita com a sugestão, entendeu? rsrs) Agora, eles não falam o tempo de forno meeeeeeeeeesssssmo, tem coisa pior que isso? É uma displicencia…

  14. Fer, eu também já desabafei no blog por causa desse livro, é realmente um horror!
    Aqui no Nordeste é muito comum o chamado “bolo mole”, que tem uma consistência semelhante ao pudim, mas bem mais firme. No entanto, todas as receitas levam farinha de trigo, então só Deus sabe que diabos de bolo é esse do livro, rs.

  15. Fer, eu também já desabafei no blog por causa desse livro, é realmente um horror!
    Aqui no Nordeste é muito comum o chamado “bolo mole”, que tem uma consistência semelhante ao pudim, mas bem mais firme. No entanto, todas as receitas levam farinha de trigo, então só Deus sabe que diabos de bolo é esse do livro, rs.

  16. Sábio foi o Lázaro Ramos qdo disse q o Brasil é o país onde quem faz o bolinho é a tia Nastácia, mas o livro é da Dona Benta… Deu no q deu… (ou vc já viu a Dona Benta na cozinha em algum livro do Monteiro Lobato?).
    Eu comprei o livro por recomendação de amigos e já me arrependi. Fiz esse mesmo bolo!! E virou uma massaroca…
    E tem gente q o considera a bíblia da cozinha… Sou mais o Joy of Cooking. Afinal, dona Benta era mesmo boa de contar história…

  17. Fer,
    já me acabei de rir com sua história… eu sei eu sei… foi trágico… mas fala sério.. tb foi hiper engaçado!!! hehehehe
    O mundo da Dona Benta é um mundo encantado e cor de rosa… onde tudo dá certo.. e sem muitas explicações… tô contigo… ela, apesar de ser uma gracinha, não é confiável!!!
    Bjundas

  18. Fer,
    já me acabei de rir com sua história… eu sei eu sei… foi trágico… mas fala sério.. tb foi hiper engaçado!!! hehehehe
    O mundo da Dona Benta é um mundo encantado e cor de rosa… onde tudo dá certo.. e sem muitas explicações… tô contigo… ela, apesar de ser uma gracinha, não é confiável!!!
    Bjundas

  19. Estou rindo até agora da sua história com Dona Benta. Eu tenho o livro, e tenho que concordar: a vovó de Narizinho já me fez passar muito aperto com suas orientações vagas. Eu achava que o problema era comigo, que não tinha sensibilidade para captar essa coisa bonita e etérea do pó de Pirlimpimpim.
    Estou louca para comprar o livrão da Claudia Cozinha. Ainda mais agora, depois de tantos comentários positivos.
    Beijos!

  20. Fer, tu és demais :0) risos!!
    Andei algum tempo com ideia nesse livro, apenas conheço a capa, as receitas nunca as vi, mas pelos vistos vou esquecer essa ideia, depois de ver essa receita de Bolo que virou pudim!!!
    Beijão

  21. Fer, com este título, a gente não pode deixar de entrar. que discussão gostosa. e olha, estou com vc e não abro.
    minha mãe, que era péssima cozinheira (ela detestava a cozinha) só tinha este livro. acho que foi por isso que ela não conseguia…
    bj

  22. Fer,
    sabe que fui sondada para fazer uma revisão crítica do livro Dona Benta, para uma edição mais moderna. Propus incluir algumas receitas e testar todas as antigas, incluindo as informações que faltam, mas é claro que não aceitaram o orçamento e fizeram do jeito que podiam – só incluindo algumas receitas e algumas informações mais óbvias. Outro dia testei uma das receitas – justo uma que saiu no jornal para divulgação do livro, e não deu certo. O fato é que a minha primeira receita de pão de centeio, na adolescência, às escondidas da mãe, tirei do livrão (tenho uma edição rara, de 1932). Dizia “junte farinha até dar o ponto”. Sem a mínima noção do que isto queria dizer, deixei uma massa mole. “… e leve para assar”. Pensei: devo colocar numa forma. Despejei a massa numa assadeira enorme, achando que no formo talvez ocorresse alguma outra transformação misteriosa e saissem de lá lindos pães assados. Deixei uns 15 minutos no forno baixo. A massa mole se espalhou e virou uma bolachona borrachenta que tive vontade de esfregar na cara da dona benta. E era um pão para conquistar o Marcos (que, a despeito disto, por méritos outros, conquistei heheh). Agora, o livro de receitas Claudia eu indico, sei que todas as receitas foram testadas.

  23. Essa D Benta deve ser um pouco como eu, quando inventa qualquer coisa é assim á tôa, não escreve nada, se acaso tem sucesso é devido a um fenómeno qualquer que não pode controlar, tipo: Temperatura do ar, humidade, sei lá!… E depois?!… Impossivel repetir.

  24. Este livro nao me traz boas recordaçoes, dei para minha melhor amiga de presente de casamento (faz decadas), e ajudei ela a preparar um jantar pro marido com receita do livro, era um nhoque (dai meu trauma com nhoque), a “coisa” ficou incomivel, e o marido super gentil emocionado que a mulher finalmente cozinhou pra ele tentando mastigar a maçaroca e dizendo “esta uma delicia meu amor ” !! Eu comprei ano passado o livro novo que continua a mesma coisa, mas hj tenho experiencia, e nao sigo nada a risca deste livro ! bjs

  25. Dona Benta boboca! Nunca acreditei nssa velha cascateira!!!
    Onde já se viu tanta subjetividade numa receita?! Tsc tsc tsc… Esse livro são para pessoas dotadas de premonição (afinal, alguém precisa adivinhar quanto o bolo tem que ficar num fogão de temperatura ‘?’) ou para indivíduos de instinto banqueteiro extremo!
    Assim não dá… Bolo não… Pudim talvez…
    Fer! Faz sorvete de milho verde que tú ganha mais!
    Beijo!

  26. Aí fica difícil…
    Uma vez conversei com uma moça chamada Gisela Tomanike que se dizia a organizadora desse livro da Dona Benta. Nunca soube se é verdade ou não e nunca mais a encontrei…
    Deixa prá lá!

  27. Afe!
    Da Dna. Benta eu só quero saber dos bolinhos de polvilho…., aqueles das estórias sabe? Povoaram a minha infância.
    Mas nunca achei nota de Monteiro Lobato ensinando o diacho da receita. Melhor assim; vai que é uma receita como essa que a Fer fez; ía acabar um pudim de polvilho, olha a decepção….rsrsrs
    Melhor continuar na imaginação.

  28. outro fator q me impedi de aprovar dona benta é a falta de ilustrações, a capa é linda vc abre é td P&B, sme graça alguma..sou mais os livros atuais…bjos

  29. Também não tem o rendimento, já reparou? Você faz a receita e, a não ser que seja uma expert na cozinha (e eu não sou), passa todo o tempo indefinido que seu quitute assa rezando pra não faltar comida.

  30. Este foi um dos primeiros livros de gastronomia que tive contato. Minha praia sempre foram os doces, mas minha mãe é uma negação para esta área. Quando eu tinha uns 10 anos comecei a testar na cozinha. Nem preciso falar que foi um desatre atrás do outro, minha mãe não sabia dar opinião sobre as receitas e nem internet existia! Concordo plenamente com vc, este livro é para quem cozinha há uns 10anos.
    bjo.

  31. Quando fui para o BR no natal passado comprei O Grande Livro de Receitas de Claudia, e ate’ hoje tenho adorado todas as receitas que fiz. Sao bem explicadas, com temperatura e tempo de cozimento (porque sem isso eu nao me atrevo a tentar cozinhar que nunca acerto). Agora meu unico problema e’ traduzir as receitas para ingles quando meu marido acha uma com nome interessante, e decide tentar. 🙂

  32. É isso mesmo, fica parecendo um pudim. Então, não devia levar nome de bolo, né? e esse negócio de não vir a temperatura do forno, o tempo, era pq a mulherada antiga tinha uma experiência danada pilotando o fogão, kkk. Daí o pessoal que escreveu as receitas não se preocupar com esses detalhes.
    Mas eu ainda encontro mt receita mal escrita por aí e não é em livro antigo não. Coisa de maluco!
    Bjs

  33. pois estes dias fiz algo igual,também sem farinha porém de gruja ainda ia uma lata de leite condensado, a hora que saiu do forno achei uó porque esperava um bolo , ficou saboroso, até valeu mas não vai ter repeteco,beijo!

  34. kkkkkkkkkk
    Fer, eu pensei mt em comprar esse trambolhão, ms qdo o folheei desisti de vez, pelos motivos q vc mencionou!
    É melhor livro detalhado, ainda que eu mexa em tudo depois… hhohohohoho
    e com esse maravilhoso mundo dos blogs, vou te contar: faz é tempo q não olho receitas em livro!
    Beijão!

  35. 😀 Risos!
    Essa D. Benta é como a Branca de Neve que dá o nome à farinha mais usada em Portugal. Qualquer coisa que vive nos limbos da ficção…!
    Ainda bem que você tornou tudo isso num pudim de verdade com a sua varinha mágica, Fer! 😉
    Beijão.

  36. Bri, vale a pena ter, pois tem os classicos, mas o livro tem essa falha enorme, nao dah temperatura nem tempo de forno. Eh irritante! Mas deve ser coisa de livro antigo, ou de livro publicado pela editora, sem autor, entao na eh coisa de entendido.
    O da Claudia eu quase comprei. Mas o troço pesa uns 10 quilos, eu achei que iria ser peso demais na mala. Bobeira.
    Bri, esse pudim da fantasbenta ficou bem uma hora em 375F… mas ficou uma delicia, pudera, usei o leite da vaca que pastou, o ovo da galinha que transou… qualquer receita dava! 🙂
    beijao!

  37. Numa different note, a receita parece com a da custard pie que fiz pra Bellinha ontem, tirada do Better Homes and Gardens New Cook Book – o meu nao eh new, btw – sem o milho. Levou exatos 38 min, a 350F.
    + bjs
    Bri

  38. Fer, Dna Benta (o livro) me acompanhou a infancia inteira. Adorava!! Eu pensei em trazer um do BR..assim como O Grande Livro de Receitas de CLAUDIA. O problema eh esse mesmo, eu nao lembrava se as receitas da Dna Benta eram bem explicadas. O da Claudia eu nunca vih. Voce sabe?? Obrigada pela review:))
    Bjs
    Bri

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